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Muitos dos maiores tesouros da história da arte chegaram até nós sem assinatura: os seus criadores perderam-se no tempo, mas o seu génio permanece intacto. Esta página reúne obras-primas de artistas desconhecidos, da escultura antiga a obras magistrais anónimas.

  • Bodhisattva Pensativo (Tesouro Nacional n.º 78)

    Existe uma escultura na Coreia que, segundo testemunhos de visitantes ao longo de décadas, provoca um silêncio involuntário na sala — o Bodhisattva Pensativo (Tesouro Nacional n.º 78) tem esse efeito estranho e poderoso sobre quem o contempla pela primeira vez. Em resumo Artista: Desconhecido Ano: Século VI Técnica: Escultura em bronze dourado Dimensões: Desconhecidas…

  • Moai

    Imagine estátuas que «caminham» — é assim que a tradição oral do povo Rapa Nui descreve a forma como os Moai foram transportados pelo território da Ilha de Páscoa, erguendo-se sozinhos em fila até aos seus altares. Esta ideia, que durante séculos pareceu pura lenda, foi confirmada por investigadores modernos: as gigantescas figuras de pedra…

  • O Coliseu

    Sabia que o Coliseu foi inaugurado com cem dias consecutivos de jogos, durante os quais morreram, segundo os relatos antigos, mais de nove mil animais? Este anfiteatro romano, erguido no coração de Roma, não é apenas a maior estrutura de entretenimento da Antiguidade — é um testemunho vivo da engenharia, do poder e da crueldade…

  • Notre-Dame de Paris

    Sabia que a Notre-Dame de Paris demorou quase dois séculos a ser construída, atravessando gerações de mestres canteiros, reis e revoluções — e que, apesar disso, a sua silhueta permanece hoje tão reconhecível como a da Torre Eiffel? Esta catedral gótica, erguida no coração de uma ilha no meio do Sena, é muito mais do…

  • Panteão

    Existe um edifício em Roma com quase dois mil anos de existência cujo tecto continua a ser o maior domo de betão não armado do mundo — e durante séculos foi simplesmente impossível perceber como foi construído. O Panteão desafia engenheiros, historiadores e arquitectos até hoje, guardando segredos que a modernidade ainda não conseguiu decifrar…

  • Vénus de Milo

    Sabia que a Vénus de Milo esteve quase perdida para sempre? Quando o camponês grego Yorgos Kentrotas a descobriu em 1820, numa gruta da ilha de Milos, a estátua já estava partida em dois blocos — e os seus braços tinham desaparecido para sempre. Apesar disso, ou talvez por isso mesmo, a Vénus de Milo…